eu !

Eu sou o Ricardo Romão, tenho 19 anos e vivo em Trindade, perto de Beja.

Escolhi o Curso Técnico de Energias Renováveis porque, desde pequeno, tenho um grande interesse por actividades relacionadas com mecânica e electrotecnia. Lembro-me, por exemplo, de ter curiosidade por assuntos relacionados com estes ramos e, por isso, desde há algum tempo, que desmonto tomadas e mais coisas relacionadas com o curso. Outra das razões que presidiu a esta minha opção prende-se com o facto de me terem dito que o futuro do nosso país passará pelo desenvolvimento das energias renováveis e que se irão criar muitos postos de trabalho.

De facto, os meus objectivos são, essencialmente, arranjar um emprego para seguir a minha vida sem problemas, ganhar um bom dinheiro, para assegurar uma vida estável. Consequentemente, por agora, o meu maior objectivo é concluir o curso.

Os meus tempos livres são ocupados, preferencialmente, com os amigos, a jogar futebol, a ver televisão, a caçar e a jogar computador.

Por vezes, preocupo-me com alguns problemas existentes no nosso mundo, como a fome e algumas doenças, bem como com algumas pessoas que são excluídas dos seus grupos. Em alguns dos meus momentos de reflexão sobre a realidade social do nosso Mundo, sinto-me incomodado e penso que o ideal seria que todos nós trabalhássemos para que essas situações diminuam.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Relatório da visita de estudo ao museu

No passado dia 27, quarta-feira, as turmas do 12º F e G foram ao museu de Beja com a professora da de Português.
Quando chegamos ao museu, conhecemos o Senhor Leonel António Borrela, que nos acompanhou o resto da visita.
O real mosteiro de Nossa Senhora da Conceição foi fundado na segunda metade do sec. XV pelos infantes D. Fernando, primeiro duque de Beja, e sua mulher D. Beatriz, pais da rainha D. Leonor e futuro rei D. Manuel I.
  Construído a partir de um pequeno retiro de freiras contíguo ao palácio dos infantes, o convento de Conceição pertencia a ordem de santa Clara e encontrava-se sob jurisdição franciscana.
Ainda hoje há vestígios do tordo-gotico e do portal gótico flamejante da igreja, as janelas de duplo arco tipicamente mudéjar e a platibanca rendilha que revelam a transição para o manuelino.
A igreja, de uma só nave, encontra-se revestida de talha dourada dos sec. XVII e XVIII.
Na quadra de São João Batista, as paredes encontram-se ordenadas por azulejos Portugueses do sec. XVII, onde predominam os motives vegetalistas (maçaroca de milho) e pequenos painéis encaixilhados a vulso dedicados a S. João Batista.
Na quadra da portaria, através da qual se fazia a antiga entrada para o convento, as paredes encontram-se revestidas por azulejos Portugueses do sec. XVII.
Fazem parte do actual edifício, cuja construção data de meados do sec. XX, as salas de pintura onde actualmente se encontram expostas as colecções do museu que abarca um período balizado entre os sec. XV e XVIII.
Acho que com esta visita ao museu, os objectivos foram conseguidos, porque aprenda algumas coisas que não sabia, nomeadamente o significado de muitos quadros. Também já sabia algumas coisas que o senhor nos explicou, pois já tinha estudado há alguns anos.
Acho que foi uma visita interessante e que podíamos fazer mais algumas durante o ano.          

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