eu !

Eu sou o Ricardo Romão, tenho 19 anos e vivo em Trindade, perto de Beja.

Escolhi o Curso Técnico de Energias Renováveis porque, desde pequeno, tenho um grande interesse por actividades relacionadas com mecânica e electrotecnia. Lembro-me, por exemplo, de ter curiosidade por assuntos relacionados com estes ramos e, por isso, desde há algum tempo, que desmonto tomadas e mais coisas relacionadas com o curso. Outra das razões que presidiu a esta minha opção prende-se com o facto de me terem dito que o futuro do nosso país passará pelo desenvolvimento das energias renováveis e que se irão criar muitos postos de trabalho.

De facto, os meus objectivos são, essencialmente, arranjar um emprego para seguir a minha vida sem problemas, ganhar um bom dinheiro, para assegurar uma vida estável. Consequentemente, por agora, o meu maior objectivo é concluir o curso.

Os meus tempos livres são ocupados, preferencialmente, com os amigos, a jogar futebol, a ver televisão, a caçar e a jogar computador.

Por vezes, preocupo-me com alguns problemas existentes no nosso mundo, como a fome e algumas doenças, bem como com algumas pessoas que são excluídas dos seus grupos. Em alguns dos meus momentos de reflexão sobre a realidade social do nosso Mundo, sinto-me incomodado e penso que o ideal seria que todos nós trabalhássemos para que essas situações diminuam.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Modernismo nas artes plásticas

Modernismo nas artes plásticas
O Modernismo revolucionou as artes visuais e a arquitectura. Em vez de retratar eventos e personagens históricos, o que importava era o quotidiano da vida contemporânea. No lugar de obras que reproduzissem a natureza ou o mundo como eram vistos, o objectivo era mostrar nas pinturas e esculturas como o artista percebia a realidade dentro da mais pura abstracção. No lugar das construções ornamentadas que reciclavam o passado, surge uma arquitectura aerodinâmica e despojada, inspirada nas máquinas e inventora dos arranha-céus. A tradição e todas as suas regras e convenções foram atacadas pelos artistas modernistas, que proclamaram que qualquer tema e forma eram válidos. O Modernismo nas artes plásticas começou a nascer com o Impressionismo. Movimento que surge na França na segunda metade do século 19, ele foi o primeiro a romper com a arte académica. A ideia era apresentar a percepção sensorial ou a “impressão” que o artista tinha da realidade. Pintores como Edouard Manet, Claude Monet, Edgar Degas e Pierre-Auguste Renoir foram expoentes desse movimento. Enquanto o Impressionismo agitava o mundo das artes com sua nova concepção de luz e cor, o mundo da escultura descobria a genial modernidade de Auguste Rodin. Contra os padrões rígidos neoclássicos, Rodin produziu esculturas que revelavam sua percepção e seu sentimento, como ao distorcer a anatomia de algumas personalidades retratadas. A partir do Impressionismo, o universo das artes visuais viveu uma sucessão de movimentos fragmentados que rompiam de forma cada vez mais radical com os padrões anteriores. Foi assim com o Expressionismo, que mostrava as emoções extremas do ser humano, como no quadro “O Grito”, do pintor norueguês Edvard Munch, e com o Simbolismo e seu mundo de fantasias e fantasmas. Mas é com o surgimento das vanguardas artísticas no começo do século 20 que o Modernismo explodiu em criatividade e radicalismos. Elas romperam com todos os traços de tradição que restavam. Com as vanguardas vieram principalmente o Fauvismo, com suas cores vibrantes e totalmente distorcidas da realidade, o Futurismo e sua exaltação à velocidade e à vida moderna, o Cubismo, com suas formas angulares ou curvais espalhadas pela tela, o Dadaísmo, com seu nome esse escandalizador, e o Surrealismo, filho directo do dadaísmo que acrescentou alucinações e o inconsciente às artes plásticas.

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